Associação dos Participantes da PETROS Documento:
ANP - 10º LEILÃO: CRIME DE LESA-PÁTRIA CONTINUADO
Objetivo Como Participar Opiniões Documentos Associados Fale Conosco
  Página Inicial


 
Fonte: APAPE; Mídia
Vide Fotos - Artigos

Cometários da APAPE:

ANP - 10º LEILÃO: CRIME DE LESA-PÁTRIA CONTINUADO

APAPE: nosso apoio Inconformados com a entrega de mais uma valiosa fatia do patrimônio brasileiro, diversas entidades, entre sindicatos e associações, se reuniram para manifestar seu protesto nas portas da ANP, centro do Rio de Janeiro.

Esta foi a 10ª rodada, ou seja, mais uma fatia do bolo foi dada para quem quisesse dar uma ninharia para adquirir o direito de exploração e produção de petróleo no Brasil.

Lembrando que a empresa que explorar a respectiva área pode exportar todo o volume de petróleo, conforme condições do edital. Áreas que foram prospectadas pela Petrobrás por um custo bastante elevado, agora são dadas a terceiros - a maioria empresas estrangeiras. É de pasmar que documentos foram passados aos interessados, documentos esses resultantes de muito trabalho de avaliação e de dinheiro investido pela Petrobrás. Para participar dos leilões a Petrobrás tem que pagar por um direito que lhe foi confiscado. Exemplo disso é a recente descoberta de petróleo no Pré-Sal em área do campo de Tupi, onde a Petrobrás detém apenas 20% do direito de exploração sendo a maioria (80%) de empresas multinacionais. É um contra-senso que caracteriza a falta de consciência social e de patriotismo de nossos governantes.

ANP: Crime de Lesa-pátria O movimento transcorria normalmente, quando alguém atirou frasco de tinta vermelha que sujou a fachada do prédio e respingou em alguns policiais. Foi o bastante para que a polícia militar partisse para cima dos manifestantes. Estes se afastaram entrando na Av. Presidente Vargas correndo o risco de serem atropelados.

Um dos presentes se antecipou e interrompeu o trânsito para que todos pudessem atravessar para a praça localizada atrás da Igreja da Candelária.

Um policial interpelou esta pessoa e disse que não era da competência do manifestante controlar o transito. Este disse que apenas estava zelando pela segurança daqueles que estavam procurando atravessar a avenida. Foi o que bastou: levou uma cacetada na cabeça e teve que ser atendido em hospital onde levou vários pontos e ficou internado para observação.

Como se não bastasse, colega nosso, ao tentar conduzir o vitimado pelo arbítrio para ambulência do Corpo de Bombeiros ainda foi ameaçado por policial com arma em punho.

Várias pessoas foram detidas pela polícia.

É com profunda tristeza que se verifica no Brasil além da perda dos anéis também a perda dos dedos. Os que estão no poder não sentem o menor constrangimento em se desfazer de nossas riquezas. E coitados dos que ousam protestar contra este crime de lesa-pátria, serão impedidos de qualquer maneira, pela força, com violência, por cacetadas.

Tudo com a complacência do governo federal, do legislativo, judiciário e a ação aos que foi conferida "competência" para cometer tal crime contra a sociedade brasileira.

18/12/08
Rodolfo Huhn - Diretor Jurídico da APAPE



Fotos da Manifestção contra o 10° Leilão da ANP - 18 de dezembro de 2008
Mais um crime de Lesa-pátria


Início Pacífico
O início pacífico
Agressão a passante
Agressão a transeunte
Agressão a participante indefeso
Agressão a particpante indefeso
Presidente do Sindipetro/RJ
Coordenador do Sindipetro/RJ - Emanuel Cancella
Gás Pimenta gratuito
Gás pimenta gratuito
Outro preso
Outro brasileiro preso
A vítima do arbítrio
A vítima do arbítrio
ANP: Sangue do povo
ANP vive do sangue do povo


(Transcrições de artigos)
Fonte: Bahia em foco - http://www.bahiaemfoco.com/noticia/10308/policia-prende-tres-em-manifestacao-contra-rodada-de-licitacao-da-anp

Polícia prende três em manifestação contra Rodada de Licitação da ANP
Publicado em: 18/12/2008 - 17h41min

Um grupo de manifestantes protestou hoje (18) durante todo o dia em frente à sede da Agência Nacional do Petróleo (ANP), no Centro do Rio de Janeiro, onde está sendo realizada a 10a Rodada de Licitação de blocos petrolíferos. A manifestação começou por volta das 9h, com a execução do Hino Nacional.

Segundo Francisco Soriano, diretor do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro-RJ), durante a manifestação ocorreu um confronto com a polícia militar e três pessoas foram presas. Os manifestantes jogaram tinta no prédio da ANP e o sindicalista Eduardo Henrique teria ficado ferido. Por causa da confusão, a passeata prevista pelas ruas do centro da cidade foi cancelada.

Francisco Soriano infrmou que o protesto é pelo fim das rodadas de licitação que concedem à iniciativa privada a exploração de blocos petrolíferos. "Nós queremos barrar a 10a Rodada e queremos ainda o fim dos leilões de petróleo, ou seja, que não haja mais. Também queremos um novo marco regulatório para o setor do petróleo", disse.

A Polícia Militar informou que os soldados destacados para controlar a manifestação não agiram com violência e executaram sua tarefa conforme a lei.


Fonte: TERRA - http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3401686-EI8139,00-vc+reporter+protesto+no+Rio+tem+detidos+e+ferido.html

Quinta, 18 de dezembro de 2008, 16h37 Atualizada às 16h49 vc repórter: protesto no Rio tem 3 detidos e 1 ferido

Manifestantes contrários à 10ª Rodada de Licitações do Petróleo e Gás, reallizada esta semana, fizeram novo protesto nesta quinta-feira, em frente à sede da Agência Nacional de Petróleo (ANP), na avenida Rio Branco, Rio de Janeiro (RJ). Três pessoas foram detidas e uma ficou ferida.

Policiais atuaram depois que os protestantes jogaram tinta vermelha na calçada do prédio. O manifestante Eduardo Henrique foi levado para o Hospital Souza Aguiar, no centro, com ferimentos na cabeça.

Os três detidos foram encaminhados para a 5ª Delegacia de Polícia, na avenida Gomes Freire.


Fonte: CMI - Centro de Mídia Independente - http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/12/435545.shtml

(RJ) Por ordem da ANP, militantes são espancados Por alface 18/12/2008 às 16:02

Por ordem da ANP, militantes são espancados e presos durante manifestação no Rio contra leilão do petróleo

Cerca de 50 feridos e três pessoas detidas. Esse é o saldo ? até agora computado - deixado pela violenta reação da Polícia Militar do Rio de Janeiro e da Guarda Municipal, durante uma manifestação pacífica, por volta de meio dia, nesta quinta, 18, na Avenida Rio Branco, em protesto contra a 10ª Rodada de Licitação do Petróleo.

Depois de receberem uma ordem de despejo, ontem à noite (17) para desocupar o Edifício Sede da Petrobrás, no Rio, os manifestantes ? cerca de 500 pessoas - dirigiram-se para a Candelária, que fica perto da Agência Nacional do Petróleo (ANP), responsável pela realização dos leilões das áreas petrolíferas. Em seguida, a manifestação prosseguiu pela Avenida Rio Branco, em direção à Cinelândia.

A violenta reação da Polícia Militar e da Guarda Municipal surpreendeu os manifestantes que foram espancados durante toda a caminhada pela Avenida Rio Branco. Até agora os organizadores da manifestação, convocada pelo Fórum Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás, que reúne dezenas de entidades, confirmam a detenção de três pessoas: Emanuel Cancella, coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Sindipetro- RJ); Gualberto Tinoco (Piteu), da Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas): Thaigo Lúcio Costa, estudante de jornalismo da Universidade de Santa Cecília, de Santos. Dentre os feridos, está hospitalizado, com um corte na cabeça, no Souza Aguiar, o diretor do Sindipetro-RJ Eduardo Henrique Soares da Costa. Um militante do MST quebrou o braço, ao ser espancado pela PM. As entidades que compõem o Fórum ainda estão fazendo o levantamento do número de feridos e estão tentando localizá-los. Muitos ainda não foram encontrados.

Desde a ordem de despejo, vinda da presidência da Petrobrás, ontem à noite, os manifestantes sentiram a animosidade das forças de repressão, mas não esperavam ação tão agressiva, contra uma simples manifestação de protesto. Um dos detidos, o coordenador do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella, declarou:

"Nós acabamos de viver um momento que remonta à sombria época da ditadura militar. O Capitão Moreira me deu ordem de prisão, mesmo eu dizendo que era advogado. Ele bateu muito em mim. Algemou o Pitel e o estudante e os policiais feriram gravemente nosso companheiro Eduardo Henrique". Emanuel Cancella está com um braço fraturado e costelas. Por de 14 horas estava concluindo o seu depoimento na 1ª DP, na Rua Relação, 42. Logo seria encaminhado para exame de corpo delito. A partir das 14h30, a Rádio Petroleira transmitirá flashes ao vivo.

Participavam da manifestação no Rio, parte de uma jornada de Lutas pela suspensão do leilão do petróleo, iniciada desde o dia 14 ? no dia 15, houve a ocupação do Ministério das Minas e Energia, em Brasília, pela Via Campesina e petroleiros ? representantes de dezenas de entidades que compõem o Fórum, dentre as quais: Sindipetro-RJ, Sindipetro-Litoral Paulista, MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) , MTD (Movimento dos Trabalhadores Desempregados) , FIST (Federação Internacionalista dos Sem Teto), FOE (Frente de Oposição de Esquerda da União Nacional dos Estudantes), as centrais sindicais Conlutas, Intersindical e CUT, a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a Frente Nacional dos Petroleiros (FNP), o Centro Estudantil de Santos, movimentos de estudantes secundaristas do Rio de Janeiro. A campanha "O Petróleo Tem que ser nosso" continua.


Fonte: Agência Petroleira de Notícias // Crédito das fotos: Samuel Tosta

Cerca de 50 feridos e três pessoas detidas. Esse é o saldo - até agora computado - deixado pela violenta reação da Polícia Militar do Rio de Janeiro e da Guarda Municipal, durante uma manifestação pacífica, por volta de meio dia, nesta quinta, 18, na Avenida Rio Branco, em protesto contra a 10ª Rodada de Licitação do Petróleo.

Depois de receberem uma ordem de despejo, ontem à noite (17) para desocupar o Edifício Sede da Petrobrás, no Rio, os manifestantes - cerca de 500 pessoas - dirigiram-se para a Candelária, que fica perto da Agência Nacional do Petróleo (ANP), responsável pela realização dos leilões das áreas petrolíferas. Em seguida, a manifestação prosseguiu pela Avenida Rio Branco, em direção à Cinelândia.

A violenta reação da Polícia Militar e da Guarda Municipal surpreendeu os manifestantes que foram espancados durante toda a caminhada pela Avenida Rio Branco. Até agora os organizadores da manifestação, convocada pelo Fórum Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás, que reúne dezenas de entidades, confirmam a detenção de três pessoas: Emanuel Cancella, coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ); Gualberto Tinoco (Piteu), da Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas): Thaigo Lúcio Costa, estudante de jornalismo da Universidade de Santa Cecília, de Santos. Dentre os feridos, está hospitalizado, com um corte na cabeça, no Souza Aguiar, o diretor do Sindipetro-RJ Eduardo Henrique Soares da Costa. Um militante do MST quebrou o braço, ao ser espancado pela PM. As entidades que compõem o Fórum ainda estão fazendo o levantamento do número de feridos e estão tentando localizá-los. Muitos ainda não foram encontrados.

Desde a ordem de despejo, vinda da presidência da Petrobrás, ontem à noite, os manifestantes sentiram a animosidade das forças de repressão, mas não esperavam ação tão agressiva, contra uma simples manifestação de protesto. Um dos detidos, o coordenador do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella, declarou:

"Nós acabamos de viver um momento que remonta à sombria época da ditadura militar. O Capitão Moreira me deu ordem de prisão, mesmo eu dizendo que era advogado. Ele bateu muito em mim. Algemou o Pitel e o estudante e os policiais feriram gravemente nosso companheiro Eduardo Henrique". Emanuel Cancella está com um braço fraturado e costelas. Por de 14 horas estava concluindo o seu depoimento na 1ª DP, na Rua Relação, 42. Logo seria encaminhado para exame de corpo delito. A partir das 14h30, a Rádio Petroleira transmitirá flashes ao vivo.

Participavam da manifestação no Rio, parte de uma jornada de Lutas pela suspensão do leilão do petróleo, iniciada desde o dia 14 - no dia 15, houve a ocupação do Ministério das Minas e Energia, em Brasília, pela Via Campesina e petroleiros - representantes de dezenas de entidades que compõem o Fórum, dentre as quais: Sindipetro-RJ, Sindipetro-Litoral Paulista, MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) , MTD (Movimento dos Trabalhadores Desempregados), FIST (Federação Internacionalista dos Sem Teto), FOE (Frente de Oposição de Esquerda da União Nacional dos Estudantes), as centrais sindicais Conlutas, Intersindical e CUT, a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a Frente Nacional dos Petroleiros (FNP), o Centro Estudantil de Santos, movimentos de estudantes secundaristas do Rio de Janeiro. A campanha "O Petróleo Tem que ser nosso" continua.


MOÇÃO CONTRA AÇÃO VIOLENTA DA POLÍCIA DURANTE MANIFESTAÇÃO DO PETRÓLEO NO RIO

As entidades abaixo assinadas vêm repudiar a violenta e desastrosa ação da polícia militar e da guarda municipal do Rio de Janeiro, que deixou cerca de 50 feridos e três pessoas detidas durante uma manifestação pacífica, por volta de meio dia, da quinta-feira dia 18/12, na Avenida Rio Branco, em protesto contra a 10ª Rodada de Licitação do Petróleo.

Depois de receberem uma ordem de despejo na noite do dia 17 para desocupar o Edifício Sede da Petrobrás, as 500 pessoas presentes na manifestação retornaram na manhã do dia 18, para a Candelária, que fica perto da Agência Nacional do Petróleo (ANP), responsável pela realização dos leilões das áreas petrolíferas. Em seguida, a manifestação prosseguiria pela Avenida Rio Branco, em direção à Cinelândia.

A violenta reação da Polícia Militar e da Guarda Municipal surpreendeu os manifestantes que foram espancados durante toda a caminhada pela Avenida Rio Branco. Até agora os organizadores da manifestação, convocada pelo Fórum Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás, que reúne dezenas de entidades, confirmam a detenção de três pessoas: Emanuel Cancella, coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ); Gualberto Tinoco (Piteu), da Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas): Thiago Lúcio Costa, estudante de jornalismo da Universidade de Santa Cecília, de Santos. Dentre os feridos, esteve hospitalizado, com um corte na cabeça, no Souza Aguiar, o diretor do Sindipetro-RJ Eduardo Henrique Soares da Costa. Um militante do MST quebrou o braço, ao ser espancado pela PM.

Foram agredidos ainda pelos Policiais, os Diretores Eduardo Henrique Soares da Costa e Brayer Brupcka, diretores do Sindipetro do Rio de Janeiro.

Desde a ordem de despejo, vinda da presidência da Petrobrás, os manifestantes sentiram a animosidade das forças de repressão, mas não esperavam ação tão agressiva, contra uma simples manifestação de protesto.

A ação absurda da polícia remonta à sombria época da ditadura militar, impedindo a liberdade de manifestação e o democrático direito de defesa da soberania nacional e dos recursos naturais brasileiros. Por esse motivo repudiamos a ação violenta da polícia, exigimos imediato fim da criminalização dos movimentos sociais e a urgente busca dos 4 (quatro) militantes desaparecidos até o momento.

Sindipetro-RJ // Sindipetro-Litoral Paulista // Coletivo Alerta Petroleiro - Litoral Paulista // MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) // MTD (Movimento dos Trabalhadores Desempregados) // FIST (Federação Internacionalista dos Sem Teto) // FOE (Frente de Oposição de Esquerda da União Nacional dos Estudantes) // Conlutas // Intersindical // CUT // Federação Única dos Petroleiros (FUP) // Frente Nacional dos Petroleiros (FNP) // Centro dos Estudantes de Santos e Região - CES // Movimentos de estudantes secundaristas do Rio de Janeiro




É importante reclamar - não é um costume nosso.
Mas, não adianta só reclamar, temos que participar!



Voltar à Seção: DOCUMENTOS  

Objetivo Como Participar Opiniões Documentos Associados Fale Conosco
  Página Inicial

 

Associação Nacional dos Participantes da Petros - APAPE
Av. Treze de Maio, 33 - Sala 1.805 - Centro
Rio de Janeiro - CEP 20031-920
Tel.: (21) 3473-2569
E-Mail: Envie um E-mail
adm@apape.org.br