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Documento: ESCÂNDALOS NA BR
Fonte: Claudio Humberto - 20/11/02 |
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Obs.: Até 20/11/02 todos os "links" estavam operando Queimação na BR A indicação de Júlio Bueno, diretor de Produtos Automotivos, para a presidência da BR Distribuidora, enfrenta problemas: um dossiê entregue ao Planalto mostra que ele está metido no processo nº 014676/1995-8, do TCU, sobre irregularidades dos tempos em que presidiu o Inmetro. Seu padrinho, ministro Francisco Dornelles, tentará contornar o impasse. Brasília, 24 de setembro de 2001 (http://www.claudiohumberto.com.br/index.php?leredicao=141) Sem peso nem medida O Tribunal de Contas da União investiga o trambicaço nos cofres públicos do ex-presidente do Inmetro, Júlio Bueno, mas não sabe da missa a metade. A "maquiagem" no Parque Tecnológico de Xerém, na Baixada Fluminense, custou R$ 13 milhões, mas vale um terço. Daria para construir mil casas populares no local onde a única tecnologia de ponta visível é a dos laços escusos sob investigação do TCU. Brasília, 05 de janeiro de 2002 (http://www.claudiohumberto.com.br/index.php?leredicao=250) Julinho da Viúva Após ser acusado de maltratar a Viúva no Inmetro, Júlio Bueno foi premiado com a diretoria de Produtos Automotivos e, em seguida, com a presidência da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Brasília, 05 de janeiro de 2002 (http://www.claudiohumberto.com.br/index.php?leredicao=250) Ponta do iceberg Os métodos para subir na vida do ex-presidente do Inmetro e atual presidente da BR Distribuidora, Júlio Bueno, envolveriam o seu diretor-financeiro Joseph Brais, ligado ao prefeito Zito, de Duque de Caxias (RJ), interessado no Parque Tecnólogico de Xerém, que já consumiu R$ 300 milhões desde os anos 70. A empreiteira Sergen executou a obra e a Concremat a fiscalizou, para tirar da jogada os engenheiros do Inmetro. Brasília, 06 de janeiro de 2002 (http://www.claudiohumberto.com.br/index.php?leredicao=251) Um homem grato O presidente da BR Distribuidora, Júlio Bueno, não desamparou seu xará e ex-assessor no Inmetro, beneficiando Júlio Sampaio num contrato de R$ 15,5 milhões com a Montreal Informática, aquela que diziam ser ligada a EJ, para fornecimento de mão-de-obra. Também não esqueceu a mulher, Maria de Fátima Bueno: toda a correspondência do Inmetro segue para a franquia dela da ECT em Santa Teresa (centro do Rio). Brasília, 07 de janeiro de 2002 (http://www.claudiohumberto.com.br/index.php?leredicao=252)
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