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Fonte: Revista Petros - Ago/03
Comentários: - 01/09/03
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PETROS USA A PROPAGANDA SUBLIMINAR APELANDO PARA "O MESSIANISMO"
Profundamente lastimável e extremamente grave!
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Afaste-se do monitor
e olhe para esta imagem.
O que você vê?
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Comentários da  :
Não bastando os sete meses de indefinições da "nova" administração da PETROS, período em que o PPV continua natimorto e insepulto e o Plano Atual não foi reaberto, e em que se continua aguardando a atrasada conclusão do diagnóstico do "especialista" Wanderley Freitas, a Diretoria da PETROS adota um estilo messiânico em que se vale de propaganda subliminar para chamar a atenção sobre fatos pelo menos duvidosos quanto a sua veracidade.
O Jornal da Petros passa a se chamar Revista da PETROS, tendo seu N o 1
publicado em agosto de 2003. A revista repete um chavão que vem sendo empregado pela "nova" administração
do nosso Fundo de Pensão, o " sem nenhum custo adicional" ou suas variantes como os
" custos não foram alterados".
Pois é aí que está o problema. Não queremos os mesmos custos, mas sim que eles sejam alterados
para baixo. Queremos que sejam reduzidos, que sejam os necessários para que se administre
adequadamente o nosso patrimônio. Não queremos Clube PETROS, prêmios, concursos, patrocínios
estranhos ao objetivo da PETROS. Tudo isto têm custo, desembolso. Não desejamos nada mais do
que isso. Desejamos que se use o sabonete em vez da perfumaria - é mais barato inclusive.

Mas, o que faz a "nova" administração da PETROS? Olhe para a capa da nova Revista da PETROS. Fixe-se nela e observe. O que você vê?
A  fez um teste com dez pessoas mostrando a revista e pedindo que elas procurassem descrever o que identificaram. Pois é, nove das dez perceberam nitidamente a imagem de Cristo e a palavra "Cristo" sob a imagem!

Como se chama isto? Propaganda Subliminar. Na definição de Flávio Mário de Alcântara
Calazans, Doutor em Ciências da Comunicação, " Subliminares são as mensagens que nos são
enviadas dissimuladamente, ocultas, abaixo dos limites da nossa percepção consciente
(medidos pela Ergonomia) e que vão influenciar nossas escolhas, atitudes, motivar a tomada de
decisões posteriores. Subliminares são mensagens que entram na nossa mente de contrabando,
como um vírus de computador que fica inerte, latente, e só é ativado na hora certa".
Não bastando o uso desse tipo ilegal de propaganda a diretoria da PETROS se valeu da Imagem
Santa para incutir o que nos leitores? Credibilidade e uma postura messiânica.
Profundamente lastimável e extremamente grave!
A chamada de capa destaca três palavras: " Qualidade, Custos, Racionalização" e num tamanho de
letra menor, mas também ligadas à figura, merecem destaque os seguintes dizeres: " Os 180 dias que
mudaram a PETROS".
Tendo direito às duas páginas centrais da revista, o artigo tem o título mudado para
" 180 dias de Transparência e Economia". E o que se declara no artigo? Resumidamente:
" ... a Petros gastava em média 11,59% de tudo que arrecadava para pagar despesas administrativas.
Desde Fevereiro, quando a atual Diretoria Executiva tomou posse, esse percentual baixou para 9,89%
- quase 2% a menos. Sabe o que isso significa na prática? Uma economia de R$ 5,3 milhões em
apenas seis meses". "Mantida essa média, em 12 meses teremos economizado R$ 10,5 milhões",
anunciou Wagner Pinheiro. " Não houve mágica, segundo ele mesmo diz. Empossada em 13 de
fevereiro, o primeiro passo da Diretoria foi rever a política de terceirização de serviços e de pessoal.
Em paralelo, passou um pente fino nos contratos 'e fizemos um diagnóstico sobre a real situação da
Petros para saber as áreas que gastam mais dinheiro'".
OS FATOS
Com base nos Relatórios de Atividade da PETROS, elaboramos o seguinte quadro:
| Petros: DESPESAS ADMINISTRATIVAS |
Fonte: Relatório de Atividades |
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ACUMULADO |
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% |
12 meses |
6 meses |
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| Jan/02 |
13,39 |
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| Fev/02 |
10,91 |
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| Mar/02 |
9,34 |
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| Abr/02 |
13,15 |
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| Mai/02 |
13,03 |
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| Jun/02 |
5,42 |
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10,87333 |
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| Jul/02 |
15,17 |
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| Ago/02 |
10,59 |
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| Set/02 |
9,54 |
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| Out/02 |
10,83 |
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| Nov/02 |
10,57 |
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| Dez/02 |
18,09 |
11,66917(1) |
12,46500 |
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| Jan/03 |
9,79 |
11,36917 |
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| Fev/03 |
8,96 |
11,20667 |
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| Mar/03 |
9,54 |
11,22333 |
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| Abr/03 |
8,78 |
10,85917 |
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| Mai/03 |
11,93 |
10,76750 |
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Fev a Jun/03 |
Mar a Jun/03 |
Abr a Jun/03 |
| Jun/03 |
10,31 |
11,17500 |
9,88500(2) |
9,90400(3) |
10,14000(4) |
10,34000(5) |
- (1) Média de 2002: 11,67%
- (2) Média do 1o semestre de 2003: 9,88%
- (3) De Fev a Jun/03: 9,90%
- (4) De Mar a Jun/03: 11,01%
- (5) De Abr a Jun/03: 10,34%
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Obs.:
Despesas Administrativas são as despesas que a PETROS realiza para administrar o Fundo.
Receitas Previdenciárias são todas as receitas auferidas pela PETROS, basicamente as contribuições de ativos, aposentados e pensionistas.
O Percentual acima é a relação entre Despesas Administrativas e Receitas Previdenciárias.
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Analisando os dados podemos chegar às seguintes conclusões:
- Se a "nova" diretoria da Petros assumiu em meados de Fevereiro de 2003, não se lhe pode atribuir responsabilidade pelo número desse mês;
- Da mesma forma seria difícil crer que o número de março seja resultado de ações administrativas praticadas pelas "nova" administração;
- Logo se resultados há, frutos de ações da "nova" administração, seria de se considerar o período de março a junho/03, com resultado de 10,14%, ou de abril a junho/03, apresentando 10,34% de despesas administrativas;
- Estes percentuais são ligeiramente melhores do que a média de 2002 (11,67%);
- É de se observar que uma tendência de apenas três meses nada significa, já que é um período muito curto para se criar uma tendência, servindo somente para especulações;
- Por outro lado, nos quatro primeiros do corrente ano (jan a abr/03), verifica-se que os números são bem abaixo da média de 2002 (11,67%), variando entre 9,79% e 8,78%;
- A inclusão, portanto, dos meses de jan e fev/03 favorecem os cálculos apresentados pela "nova" administração - 9,89% nos seis primeiros meses do ano e não deveriam por ela serem considerados;
- Poder-se-ia chegar a um raciocínio inverso: se nos quatro primeiros meses os percentuais foram menores do que 9,79%, porque em maio e junho voltaram a crescer - respectivamente 11,93% e 10,31%? Deve-se este crescimento às ações da "nova" Diretoria?
Logo nada está definido. O assunto tem sido alvo de preocupação do Conselho Fiscal que vê com apreensão estes elevados índices.
Vê-se pois que, de fato, não houve magia. O máximo que se poderia deduzir é que, por enquanto, nada se pode dizer e não se deveria fazer especulações sobre algo que não existe. Até torcemos para que essas "Despesas Administrativas" cheguem a um nível menor do que 6% e, caso isso ocorra, mesmo assim será, ainda, um índice elevado se confrontado com as taxas praticadas pelo mercado para este tipo de produto. Então falar, por enquanto, numa tendência de redução é no mínimo precipitado.
Quanto ao diagnóstico "sobre a real situação da PETROS", se é aquele que está sendo desenvolvido pelo Sr. Wanderley
Freitas, é lastimável a citação. A respeito a
já comentou:
" Um diagnóstico contratado com a Trevisan, que subcontratou a Globalprev, que por sua vez
subcontratou o "especialista" Wanderley Freitas, que já trabalhou com Gushiken, que já foi sócio da
Globalprev e é a favor dos Planos de Contribuição Definida (os planos financeiros), que nomeou Adacir
Reis para a SPC, que apoiou o Seminário "Como Criar um Fundo de Pensão a partir de um Vínculo
Associativo", evento este que contou como único apresentador o Sr. Wanderley, que está concluindo
trabalho de diagnóstico da Petros... (é o círculo vicioso)". Destacamos que até a edição da nova
Revista da PETROS, tal diagnóstico não havia sido concluído ao contrário do afirmado por Wagner.
Assim dizer que " fizemos um diagnóstico..." é insincero.
( Leia comentário da
sob o título: "
'A BARRIGADA NOS APOSENTADOS' - Reunião dos Aposentados com a Diretoria = SÓ PROMESSAS").
Ainda com relação a este diagnóstico, fomos informados que de fato houve licitação tendo sido 5 as
empresas convidadas. Entretanto, quatro desistiram e restou a Trevisan como vencedora. O
processo licitatório não foi levado ao conhecimento do Conselho Deliberativo. São estes os " 180 dias
de transparência" a que se refere o título do artigo?
Obs.: Pelo menos, antigamente, na BR, isto daria margem a comissão de sindicância e
possivelmente resultaria em alguma sanção.
Pelo que vimos, afirmar que se economizou R$ x em seis meses e se economizará R$ 2x é insensato. Repetimos, não só desejamos que o prognóstico venha a se concretizar como esperamos que isto de fato ocorra.
O que permanece na PETROS é o seu estado de gastos elevados e que não indicam ter havido redução
por força de alguma dieta que faça diminuir suas gorduras administrativas. E como ficam os
" 180 dias de economia" citados no título do artigo?
Na segunda página do artigo das páginas centrais da Revista da Petros, são citados os inúmeros eventos em que a Diretoria da Petros participou. Louvável tal fato desde que isso não comprometa o tempo que se deve estar disponível para gerir o Fundo.
Além disso cita que o elevador " antes exclusivo da Diretoria agora pertence a todos (participantes, empregados, prestadores de serviço)" e que o "'hall' do 9o andar, onde estão localizadas as salas dos diretores, também não têm mais segurança nem catraca de controle de acesso".
Quer nos parecer muito pouco em termos de resultados ou realizações para tanto alarde, com direito à chamada de capa, através do emprego condenável de propaganda subliminar messiânica.
Mas, enquanto isso, o PPV continua demandando dinheiro da PETROS e o Plano Petros não é reaberto. Contudo o Lima permanece no Conselho Deliberativo e passa muito bem pois, além de Conselheiro, vem desempenhando o papel de consultor para vários colegas.
180 DIAS
TRANSPARÊNCIA
E ECONOMIA
Aplicação criteriosa dos recursos, zelo pelo patrimônio público e estreitamento da relação com os
participantes, da ativa e aposentados, marcaram os seis primeiros meses da gestão atual da
Petros.
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Fonte: Revista da PETROS -Ago/03 - Págs. 10 e 11
(transcrição)
Em 2002, a Petros gastava em média 11,59% de tudo o que arrecadava para pagar suas despesas administrativas. Desde fevereiro, quando a atual Diretoria Executiva tomou posse, esse percentual baixou para 9,89% - quase 2% a menos. Sabe o que isso significa na prática? Uma economia de R$ 5,3 milhões em apenas seis meses.
Mas o presidente Wagner Pinheiro e equipe querem mais. Com a calculadora nas mãos e em meio a uma montanha de documentos, o dirigente fez e refez as contas várias vezes para não deixar dúvidas. Depois, anunciou: "Mantida essa média, em 12 meses teremos economizado R$ 10,5 milhões."
Não houve mágica, segundo ele mesmo diz. Empossada em 13 de fevereiro, o primeiro passo da Diretoria foi rever a política de tercerização de serviços e de pessoal. Em paralelo, passou um pente fino nos contratos "e fizemos um diagnóstico sobre a real situação da Petros para saber as áreas que gastam mais dinheiro".
Alguns contratos, cujos valores foram considerados acima da média, tiveram de ser renegociados a preços mais em conta. Outros, simplesmente foram cancelados. Nos casos onde ainda não houve acordo entre as partes, em última instância, a Fundação recorrerá á Justiça. "Nunca é demais lembrar que não houve prejuízo á qualidade dos serviços prestados aos participantes", acrescenta Wagner Pinheiro.
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A atual gestão está tornando a Petros mais transparente. A conversa agora é frente a frente, olho no olho. O reconhecimento do papel dos participantes fez com que a Diretoria fosse ao encontro de representantes dos trabalhadores, da ativa e dos aposentados. Entidades do Rio Grande do Sul, São Paulo, Bahia, Ceará, Rio de Janeiro, Sergipe, Paraná e Minas Gerais foram visitadas no período e já estão agendadas diversas outras reuniões.
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Percentual economizado no período projeta economia de R$ 10,5 milhões em 12 meses
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Ouvir o participante é fundamental na busca por soluções. Por isso, desde abril a Petros conta com uma Ouvidoria, instrumento criado para garantir um atendimento de qualidade e transparência na gestão da Fundação.
Respeito e diálogo com participantes e demais parceiros
Os avanços ao longo de seis meses de gestão também podem ser contabilizados em pequenas conquistas ou na quebra de antigos paradigmas. Logo que chegou, a Diretoria abriu literalmente as portas da Petros para seus verdadeiros donos: os participantes, que passaram a entrar na sede da Fundação sem a necessidade de apresentar uma identificação especial como no passado.
A segunda mudança também foi simples, mas simbolizou o perfil democrático da Petros atual. O elevador antes exclusivo da Diretoria agora pertence a todos (participantes, empregados, visitantes, prestadores de serviço). O hall do 9o andar, onde estão localizadas as salas dos diretores, também não tem mais segurança nem catraca de controle de acesso.
Agenda cheia - De forma inédita, a Petros tem ido ao encontro dos participantes para discutir questões que eram consideradas insolúveis. Entre audiências públicas com autoridades governamentais, palestras, seminários e reuniões com participantes e entidades representativas dos trabalhadores, a Diretoria Executiva participou, em seis meses, de 578 atividades diferentes.
Em março, esteve no Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Químico e Petroleiro do Estado da Bahia, na Regional Mauá do Sindipetro-SP, no Sindipetro-MG, no Sindipetro-Caxias e no Sindipetro de São José dos Campos. O primeiro encontro com diretores após a posse, na sede da Fundação, contou com representantes de 10 entidades de aposentados.
A Petros também marcou presença, em abril, no IV Congresso da Anapar, em Brasília, que contou com o ministro da Previdência, Ricardo Berzoini, e do secretário da SPC, Adacir Reis. Mais de 400 pessoas compareceram ao evento.
Em maio, a Diretoria Executiva foi a São Paulo debater os rumos da Fundação com petroleiros e dialogou com o Comitê de Defesa dos Participantes da Petros. Mais dois eventos históricos no mesmo mês: a reunião organizada pela Petros e pela FUP, com a participação de 14 sindicatos e 17 associações; e o I Seminário Internacional de Fundos de Pensão, organizado pela Petros, Previ e Funcef.
Agenda cheia em junho e julho. O Cartão Petros chegou à Bahia, com custo zero para a Petros. Os pioneiros da Petros e da Petrobras foram homenageados no Rio de Janeiro, em Santos e Salvador. No dia do aniversário da Petros - 1o de julho - os diretores reuniram-se com 500 aposentados na sede da Associação Brasileira de Imprensa para um debate. Nos dias seguintes, compareceram ainda ao XI Congresso Regional Sindipetro AL/SE. Também estiveram na Reduc, no congresso promovido pelo Sindicato do Ramo Químico e Petroleiro do Estado da Bahia, na posse da diretoria da Aaspece, na Fábrica de Lubrificante do Nordeste (Lubnor) e no IX Congresso Nacional da Federação Única dos Petroleiros.
No plano institucional, novos feitos: as arrecadações da III Corrida Rústica da Petros bateram recorde, com 650 quilos de alimentos repassados a instituição beneficente (ver página 13). Novamente, houve a preocupação com a contenção de despesas e, pela primeira vez, o evento contou com patrocínio (da Petrobras e do Banco do Brasil). As conquistas culminaram com a mudança na concessão de empréstimos, uma antiga reivindicação dos participantes. O prazo máximo de quitação agora é de 60 meses (leio matéria na página 14)...Aguardem, novas e boas surpresas certamente surgirão nos próximos meses.
Associação Nacional dos Participantes da Petros - APAPE
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