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Documento:
Manifestações Contra a Petros
Em: Santos, Bahia e Rio de Janeiro |
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Manifestações Contra a Petros
ATO DE DESAGRADO CONTRA ADMINISTRAÇÃO DA PETROS (28/02/02)
Em 28/02/02, com o apoio do CDPP - Comitê de Defesa dos Participantes da PETROS, constituído pelas
Entidades representativas da maioria dos participantes da PETROS, ativos, aposentados
e pensionistas, foi realizado Ato de protesto contra a adminsitração da PETROS.
Vários líderes de Entidades discursaram manifestando seu repúdio, sendo interrompidos, em apoio, pelos "panelaços" dos presentes. Com a chegada dos caixões, que possuiam os nomes dos responsáveis pelo processo de migração: Solon, Flory, e Lima, foi feito "um minuto de silêncio". Por volta do meio-dia os féretros seguiram até o EDISE, passando pela Av. Rio Branco e Av. Chile. Seguiram-se mais alguns pronunciamentos e, a seguir, foi encenada uma paródia por um grupo de atores. O enredo refletiu bem a verdade de toda a situação a que estão submetidos os empregados e aposentados do Sistema Petrobrás. Todos os assistentes parabenizaram o Grupo Teatral que mereceu aplausos demorados. Encerrando, os caixões de Flory, Solon e Lima foram incinerados. Veja fotos teclando aqui. O EXEMPLAR TRABALHO EM SANTOS (10/01/02) Hoje houve, pela primeira vez, o aparecimento de policiamento militar, que teria feito logo cedo, antes da abertura, um boletim de ocorrência porque nós não estaríamos permitindo a entrada de pessoas (porém desmentido pelo Rosemir), e a colocação, pela Petrobrás, segundo o gerente Rosemir de segurança paga pela Petrobrás (foi deslocada de um dos terminais aqui da Baixada, o antigo TEDEP). Imediatamente convocamos toda a nossa diretoria, juntamente com os companheiros aposentados que nos ajudam. Na abertura do posto às 09:00 horas, novamente entramos na sala do Rosemir (Negrão, Alexandre, Ferreira e Sérgio) e cobramos a situação criada. Ele, blá, blá, blá (estado de direito, democracia, blá, blá, blá). Nós respondemos que um dos princípios do estado de direito era o respeito á constituição, ás decisões judiciais, etc. etc. etc. e portanto continuávamos no entendimento de que nós não permitiríamos que a PETROS RECEBESSE QUALQUER TERMO DE ADESÃO À MIGRAÇÃO O POSTO SERIA FECHADO, COM OU SEM SEGURANÇA caso isso ocorresse. Nós só aceitaríamos a entrega do termo se a PETROBRÁS/PETROS encaminhasse, via fax, cópia DO MANDADO JUDICIAL QUE OS AUTORIZOU À RETOMADA DA MIGRAÇÃO, caso contrário, nós é que estávamos sendo agredidos - como é um achincalhe ao estado de direito e eles não têm mandado algum, continua tudo parado. NINGUÉM, ATÉ AGORA COMPARECEU PARA FAZER MIGRAÇÃO. ENCAMINHAMOS BOLETIM HOJE, COM AS EXPLANAÇÕES DO BRANDÃO E UMA MATÉRIA INFORMANDO O TRABALHO DE DES-MIGRAÇÃO JÁ INICIADO, ENCAMINHADO JUNTO, para facilitar, O IMPRESSO PARA PREENCHIMENTO E ENTREGA OU NA PETROS OU EM NOSSAS ENTIDADES (SINDIPETRO E ASTAIPE). Por último, montamos um posto, com pequena faixa e tudo na porta da Petros, de DES-MIGRAÇÃO, e estamos com formulários (aqueles feito pela Aepet e que está muito bom). Estou voltando para o meu posto - está saindo coisa boa para nós agora à tarde. Colaboração: Sérgio Salgado MANIFESTAÇÃO NA PETROS SALVADOR/BA (10/01/02) Por pressão dos nossos representantes a migração está suspensa. A Petros (Salvador) chamou a Polícia Militar para proteger a migração. Os deputados Bassuma e Luiz Alberto juntamente com o Sindicato dos Químicos e Petroleiros e um número significativo de não migrantes fizeram valer a liminar do MM juiz Tourinho Neto. A liminar está em vigor. A migração continua suspensa. Continuamos na luta. Colaboração: Francisco Raminelli MANIFESTAÇÃO NA SEDE DA PETROS (08/01/02) Por decisão unânime, a reuião no CREA foi interrompida e todos se dirigiram à Sede da Petros. Ninguém e nem nenhum veículo foi impedido de passar. O comércio ao redor ficou feliz, vendeu bastante sanduíches, bebidas - sucos e refrigerantes - e até o MacDonald, que fica em frente à Petros, deve ter tido seu faturamento aumentado. Fizemos nossa manifestação mansa e pacificamente. Por volta das 17:45 encerramos o movimento. Obs.: Diesseram depois que o Solon e Flory ficaram muito "magoados" de serem chamados de Pinóquios e de serem acusados de estarem agindo ilegalmente. APOSENTADOS VOLTARAM A SE MANIFESTAR NA SEDE DA PETROS (07/12/01) Com o apoio da FUP, Sindipetro e demais entidades, os associados voltaram a se manifestar contra os atos ilícitos praticados pela PETROS. Embora, ontem, 06/12/01, as manifestações tivessem sido pacíficas, a PETROS convocou a Polícia Militar. As 8:00 uma fileira de soldados estava ocupando a calçada. Após rápidas negociações, o oficial presente concordou com as nossas ponderações e permitiu que o Carro de Som fosse ligado e demos início à nossa manifestação. Poucos migrantes compareceram, destes a maioria, depois de escutar as considerações dos participantes, deixou de entregar a sua "opção" e ficou favoravelmente surpresa com o movimento. Entre outros companheiros, estiveram presentes Paulo Cesar e Ricardo Maranhão, Curadores da PETROS. Nossa paciência está acabando; estamos apenas começando a agir. O ato é legal, pacífico, sem agressões ou tumultos. Nosso direito é legal e constitucional. APOSENTADOS VOLTARAM A SE MANIFESTAR NAS FILIAS DE SANTOS E BAHIA Os associados da PETROS em Santos e Bahia voltaram a manifestar seu inconformismo no dia 06/12/01. ASSOCIADOS FECHAM FILIAL DA PETROS (30/11/01) Associados da PETROS, inconformados com a desobediência da PETROS em acatar ordem judicial que impede a continuação do processo de migração, por força de liminar concedida pela Justiça de Brasília, decidiram fazer com que a decisão fosse respeitada. Na 6a-feira, dia 30/Nov/01, entraram na Sede da PETROS que atende Cubatão e Santos e fizeram cumprir a determinação judicial de acordo com as prerrogativas do exercício da cidadania. Em decorrência a Sede da PETROS no Rio de Janeiro, também, interrompeu as atividades. Parabéns aos colegas de Santos e Cubatão. A paciência está chegando ao fim, o mínimo que exigimos é que os dirigentes da PETROS e da PETROBRAS cumpram determinação judicial. PETROS e PETROBRAS: seus dirigentes são o exemplo maior do desrespeito, arbítrio, malversação recursos, da prática de atos lesivos, do desrespeito aos empregados e ex-empregados. É uma vergonha! |