Nesta Seção: Campanha "O PETRÓLEO É NOSSO"
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NÃO AOS LEILÕES DO NOSSO PETRÓLEO

Você venderia o arroz e o feijão da sua despensa
barato hoje, para comprar muito mais caro amanhã?

Enquanto as principais nações do mundo procuram poupar as suas reservas de petróleo, o governo brasileiro, na contramão da história, continua teimando em leiloar nossas áreas promissoras em petróleo gás.

Você sabia que a produção de petróleo começará a diminuir, em nível mundial, nos próximos anos? E que o consumo global continuará aumentando?

É só prestar atenção no preço do petróleo no mercado internacional, que dobrou no último ano: em 2004, quando denunciávamos a 6 rodada do criminoso leilão do nosso petróleo, o preço de um barril era cerca de 30 dólares e hoje, menos de um ano depois, beira os 70 dólares cada barril!


Fontes alternativas demoram!
Você, como bom brasileiro, vai deixar asse patrimônio, petróleo e gás, que está sob as terras e mares brasileiros, ser entregue ao controle das multinacionais?

É verdade que cientistas buscam fontes alternativas de energia. Mas, mesmo que uma nova alternativa seja rapidamente desenvolvida, pergunta-se: como a humanidade vai trocar todo os motores e instalações industriais que funcionam á base de derivados de petróleo em poucos anos? Qual é o custo dessa troca?

Fala-se na energia de biomassa, o álcool, o biodiesel... Mas, nesse ponto, o renomado cientista brasileiro, Rogério Cezar de Cerqueira Leite, em artigo publicado na Folha de São Paulo, de 21/0812005, esclarece que para substituir todos os derivados de petróleo queimados hoje, seria necessário cultivar em cana ou eucalipto, uma área equivalente ao dobro da área cultivada em todo o planeta terra. Ele também aborda que o custo e a eficiência das demais fontes alternativas de energia conhecidas hoje (solar, eólica, hidroelétrica...) não conseguem substituir, em intensidade de uso, o petróleo.

Devemos, sim, investir em fontes alternativas renováveis de energia, mas não podemos nos iludir que elas substituirão o uso intensivo de derivados de petróleo, a curto prazo.

Além do que o petróleo tem outro uso muito mais nobre como fonte das matérias-primas para a indústria petroquímica. Assim, mesmo que surja uma nova fonte que substitua o petróleo como energia, temos que pensar também nesse aspecto.


É preciso reagir e lutar!
Desde a luta "O Petróleo é Nosso", na década de 50, desencadeada por verdadeiros nacionalistas, alguns dos quais deram sua própria vida por essa causa, que culminou com a criação da Petrobrás, como empresa 100% brasileira, até a década de 90, o petróleo era um monopólio brasileiro. As ações ordinárias da Petrobrás estavam sob o controle do governo e de brasileiros natos.

Com a eleição de Fernando Collor de Mello, começaram os ataques contra a Petrobrás. Fracassada essa tentativa, com a deposição deste, foi então eleito Fernando Henrique Cardoso, que com seus compromissos obscuros de privataria (privatização + pirataria), sob um congresso entreguista, desencadeou a entrega, de fato, do nosso petróleo e gás.

Com isso, a maior parte das ações totais da Petrobrás passaram às mãos de acionistas estrangeiros, representando sangria de bilhões em remessas de lucros para o exterior.

Não bastasse isso, FHC e sua base parlamentar aprovaram a Lei 9478/97, internacionalizando o nosso petróleo e gás, permitindo não só que multinacionais venham aqui explorar petróleo e gás, nas áreas promissoras mapeadas pela Petrobrás, como também permite que todo o petróleo e gás produzidos sejam exportados, deixando os brasileiros a ver navios vazios...

Aliás, esta é uma incoerência do governo Lula: ao mesmo tempo que investe para nacionalizar o setor de construções de navios e plataformas encomendados pela Petrobrás, está leiloando nosso petróleo e gás! Será que uma dessas multinacionais vai encomendar navios e plataformas no Brasil ou nos países onde se pratica mão-de-obra escrava?


Parar imediatamente os leitões do nosso petróleo e
re-naclonalizar a Petrobrás é questão de Soberania Nacional!

Diversos povos de países vizinhos, da América do Sul, têm feito verdadeiras revoluções pela re-nacionalização do petróleo e gás.

O Iraque, já está claro para o mundo, foi invadido por ser o país que tem as segundas maiores jazidas de petróleo do planeta.

As diversas guerras do Golfo Pérsico têm por trás delas o petróleo.

Tentam nos enganar que a Petrobrás arremata a maioria dos blocos leiloados! Na verdade é um absurdo a Petrobrás comprar áreas que ela mapeou, que já eram dela!

Além do que, por imposição, a Petrobrás é obrigada a se associar com às multinacionais, por exemplo, como está acontecendo com o Campo Gigante de Mexilhão, no litoral de Santos, onde a Petrobrás encontrou gás e está tendo que ceder parte para, as multinacionais Repsol e Shell.



Una-se aos verdadeiros brasileiros.
Vamos todos exigir do governo federal:


PLEBISCITO JÁ!

NÃO AOS LEILÕES DO NOSSO PETRÓLEO!


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Sindipetro-RJ (Av. Passos, 34 - Centro - Rio de Janeiro - tel. 21-3852-0148), na
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