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Documento: Investimentos
Fonte: Jornal da Petros- Julho/02 |
Leia, também: O caso da Venda do Serrador: Estacionamento - JB 25/11/02
Venda do Serrador: Um bom negócio?
Atualizações de 10 e 20/05/05 com a inclusão da transcrição da notícia publicada na coluna do Boechat abaixo: Na Seção Investimento, o Jornal da PETROS, distribuído em Agosto de 2002, dá destaque as seguintes manchetes: "Venda do Serrador: estratégia acertada", "Investimento da Petros no Estacionamento Cinelândia valorizou antiga sede, que voltará a ser hotel de luxo". O imóvel, antiga Sede da PETROS, foi vendido ao grupo AC Lobato por R$ 19 milhões que seria um valor de R$ 5 milhões acima do preço estimado de mercado. A PETROS afirma que "Não houve mágica. A valorização do imóvel foi possível graças à estratégia da atual diretoria, que investiu na construção de um estacionamento subterrâneo sob a Praça Mahatma Gandhi em frente ao velho" imóvel. (nossos grifos). Declara, ainda a PETROS que o imóvel:
E os porquês? Se atual administração da PETROS, liderada pelo Flory, Sólon e outros, é "um exemplo de administração", "que funciona muita bem", que produz "resultados eficientes", "gerida por pessoas honestas", é o próprio exemplo da "qualidade de gestão", conforme se autodefine Flory (vide Jornal da PETROS, Junho/02), quais são as explicações para as seguintes colocações:
Enfim, devemos reconhecer, com certeza - está certo Flory, "mágica é que não houve". Podemos, isto sim, afirmar que a estratégia da operação que culminou na venda do Serrador foi tudo menos o fruto de uma estratégia acertada, talvez tenha sido mais um estratagema da atual Administração da PETROS. 27/09/02 Rodolfo Huhn Diretor-Secretário da APAPE
Venda do Serrador: estratégia acertada
Investimento da Petros no Estacionamento Cinelândia valorizou antiga sede, que voltará a ser hotel de luxo
A Petros vendeu sua antiga sede, o Edifício Serrador, localizado no centro do Rio de Janeiro, para o grupo AC Lobato. O imóvel, fechado há cinco anos, foi comprado por R$ 19 milhões, R$ 5 milhões a mais que o valor estimado pelo mercado.
Não houve mágica. A valorização do imóvel foi possível graças à estratégia da atual diretoria, que investiu na construção de um estacionamento subterrâneo sob a Praça Mahatma Gandhi, em frente ao velho hotel fundado no início do século 20 pelo empresário espanhol Francisco Serrador.
A mudança para a sede atual da Petros, na Rua do Ouvidor, aconteceu em 1997. Desde então, o edifício custava aproximadamente R$ 100 mil por mês à Petros, sem nada render. Foi parte da história, mas estava dando prejuízo.
A diretoria estudou uma série de soluções, mas a reabertura do Serrador era inviável porque o móvel não tinha estacionamento, hoje uma exigência obrigatória para qualquer empreendimento mobiliário de grande porte. Participação Foi então, com o objetivo de valorizá-lo, que a Petros firmou parceria com a construtora Triunfo e a empresa de engenharia espanhola TAU para construir um estacionamento. Foram investidos cerca de R$ 22 milhões no negócio. Deste total, a Petros entrou com cerca de R$ 6 milhões. Houve a valorização do imóvel, o que tornou possível fazer um bom negócio. Além disso, a Petros terá uma participação na receita mensal gerada pelo Estacionamento Cinelândia. Com as obras em andamento, diversas empresas manifestaram interesse pelo Serrador. Oito delas apresentaram propostas que foram analisadas pela Petros: quatro redes hoteleiras, duas universidades particulares, uma administradora de apart-hotéis e uma construtora. O grupo AC Lobato apresentou melhor proposta e já anunciou que o Serrador voltará a abrigar um hotel. Obs.: Nossos grifos. |
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